EDUCAR / EDUCADOR

Feira Educar / Congresso Educador

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Você viu? A Lua apareceu mais brilhante

(Foto: Nasa)

A maior e mais brilhante lua cheia do ano aconteceu neste sábado quando o satélite da Terra passou mais perto que o usual do planeta. É a chamada superlua. O satélite passou cerca de 357 mil quilômetros de distância da Terra – 24.600 quilômetros mais perto que a média.

De acordo com Geoff Chester do Observatório Naval Americano, a proximidade fez com que a Lua parecesse estar 14% maior. “A diferença aparente é tão pequena que será muito difícil de detectá-la a olhos nús”, disse antes do fenômeno ocorrer. A distância da Lua com a Terra varia por causa da órbita elíptica da Lua ao redor do planeta.

Como qualquer outra lua cheia, a superlua pareceu maior quando estava perto do horizonte, por causa da ilusão de ótica. Por volta das 23h34 (horário de Brasília) a Lua estava mais próxima da Terra. Outros relatos de Geoff foram que a superlua traria marés fora do comum por causa de seu alinhamento com o Sol e a Terra, mas o efeito seria modesto.

Não importa o quão perto a Lua estará da Terra, psicólogos advertem que não há relação nenhuma do satélite da Terra com aumento de crimes, crescimento no número de internações em hospitais psiquiátricos, por exemplo. “Estudos que tentaram documentar alguma relação entre lua cheia e comportamento não encontra nenhuma evidência de conexão”, disse Scott Lilienfeld, da Universidade Emory, nos Estados Unidos.

Lilienfeld, autor de “Os 50 maiores mitos populares da psicologia”, disse que a noção de que a lua cheia seja encarregada de provocar comportamentos bizarros está entre os dez maiores mitos do ranking pelo fato de ser “tão difundida que ganha convicção”.

Lilienfeld afirma que o motivo para tal mito poderia estar na forma como as pessoas prestam atenção nas coisas, lembrando apenas das coincidências. “Se alguma coisa estranha acontece durante a lua cheia, as pessoas que acreditam neste mito acabam lembrando mais do fato, justamente por contar para os outros sobre esta relação . Mas quando outra lua cheia aparece e nada fora do comum ocorrer, elas parecem menos propensas a se lembrar”, disse.

Fonte: Último Segundo e AP

Por pimpaobrinquedos Postado em Espaço

Vírus Modificado da Gripe Aviária

Revista publica estudo ‘censurado’ sobre vírus da gripe aviária

(Créditos: M. Kemp / Rubberball / Getty)

Pesquisa protege contra eventuais doenças, mas pode munir bioterroristas. Publicação pela revista ‘Nature’ vem após meses de debate.

A revista científica “Nature” desta quarta-feira (2) traz uma pesquisa polêmica que gerou meses de debate científico após ter sido barrada por um painel de especialistas em biossegurança dos Estados Unidos. O estudo descreve uma mutação genética criada em laboratório que faz com que o vírus H5N1, que provoca a gripe aviária, se torne transmissível entre mamíferos.

Como a gripe aviária é altamente letal para os humanos, o resultado significa que uma epidemia do vírus entre pessoas é teoricamente possível, e poderia resultar em muitas mortes. A palavra chave aqui é “teoricamente”. Não existem casos comprovados de transmissão entre humanos até hoje.

O objetivo da pesquisa era mostrar como essa mutação pode ocorrer na natureza, para que cientistas pudessem reconhecer e se preparar para uma possível epidemia.

A pesquisa chegou a ser “censurada” pelo risco de que fosse usada por bioterroristas na criação de um vírus que pudesse se espalhar entre humanos. No fim de novembro de 2011, Painel Consultivo sobre Biossegurança dos Estados Unidos (NSABB, na sigla em inglês), agência ligada ao governo do país, pediu que os detalhes do trabalho não fossem publicados.

Embora o pedido do NSABB não fosse uma ordem propriamente dita, as revistas científicas “Nature” e “Science” preferiram segui-lo. Uma longa discussão se seguiu até que a agência mudou de ideia e, no fim de março, recomendou que os estudos fossem publicados integralmente.

O estudo publicado pela “Nature” nesta quarta é liderado por Yoshihiro Kawaoka, da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos. Outra pesquisa, conduzida paralelamente pela equipe de Ron Fouchier, do Centro Médico Erasmus, da Holanda, tem resultados parecidos e também foi envolvida nos debates.

A ideia era que as duas fossem publicadas simultaneamente, mas só na última sexta (27) o governo holandês autorizou o envio do artigo para a revista “Science”. Ele está sendo revisado por outros cientistas e deverá ser divulgado em breve, segundo a assessoria de imprensa da publicação.

As mutações
Toda a questão do perigo e da capacidade de transmissão do vírus da gripe aviária passa por uma proteína chamada “hemaglutinina” – representada pela letra “H” em H5N1. É essa substância que se liga às células do hospedeiro para provocar a infecção – no caso, a gripe.

O sistema imunológico dos seres humanos não consegue combater os vírus que possuem o tipo “H5” desta substância – como é o caso do H5N1. Por isso, a gripe aviária é tão letal em humanos.

Porém, o vírus H5N1 não é transmissível em mamíferos, e todos os humanos que já morreram da doença a contraíram de aves. Isso acontece porque a proteína “H5” só se liga aos receptores celulares na presença de certos ácidos, que existem no pulmão de aves, mas não no de mamíferos.

Na pesquisa de Kawaoka, os cientistas conduziram alterações genéticas no vírus H1N1 e criaram uma versão do H5N1 que se adaptou ao pulmão dos furões – logo, se tornou transmissível pelo ar.

Este animal é o melhor modelo disponível para o estudo da transmissão da gripe em humanos, segundo Hui Ling-Yen e Joseph Sriyal Malik Peiris, da Universidade de Hong Kong, que comentaram os resultados em um artigo também publicado pela “Nature”.

A versão modificada do vírus causou nos furões efeitos como lesões nos pulmões e perda de peso, mas não levou à morte, como o vírus encontrado nas aves. Novas mutações, no entanto, poderiam levar a uma versão mamífera com a mesma letalidade do H5N1, acreditam os cientistas.

A mutação foi feita em laboratório, mas pode muito bem acontecer na natureza – em porcos, por exemplo – segundo os especialistas de Hong Kong. Portanto, a pesquisa representa mais que apenas uma ameaça no desenvolvimento de armas biológicas. Na verdade, a descoberta abre caminhos para avanços que podem gerar tratamentos contra os diferentes vírus da gripe.

“Compreender as mutações que conferem a transmissão entre mamíferos do vírus da gripe aviária vai permitir melhor avaliação de risco dos vírus animais que representem uma ameaça pandêmica e ajudar a selecionar os tipos de vírus contra os quais as vacinas pré-pandêmicas devem ser geradas”, escreveram Hui Ling-Yen e Joseph Sriyal Malik Peiris.

Fonte: G1

Não é brincadeira, Nasa lança frango de borracha à estratosfera

Para estudar radiação, o Projeto foi feito em parceria com uma escola do estado da Califórnia.

Lançamento foi feito durante uma tempestade solar.

Camilla na estratosfera e ao fundo o litoral da Califórnia (Foto: REUTERS/NASA/Earth to Sky/Bishop Union High School/Divulgação)

A Nasa lançou um frango de borracha à estratosfera para estudar os efeitos da radiação solar a 40 quilômetros de altitude. O brinquedo tem nome, Camilla, e é a mascote do Observatório de Dinâmica Solar (SDO, na sigla em inglês), projeto da agência espacial norte-americana.

A escolha inusitada se explica por que o lançamento foi feito com um grupo de alunos de uma escola da cidade de Bishop, no estado da Califórnia, e a brincadeira serve para atrair a atenção das crianças.

  O frango foi lançado com um balão de hélio. Junto a ele, viajaram sensores de radiação, câmeras, aparelhos de GPS, um termômetro, insetos e sementes de girassol. Embora divulgado somente agora, o projeto foi feito em março, quando uma tempestade solar trouxe alto nível de radiação até a Terra.

O balão de gás subiu durante duas horas e meia e estourou a uma altitude de aproximadamente 40 quilômetros. Camilla estava equipada com um paraquedas e pousou de volta suavemente, trazendo o material de volta para análise.

Fonte: G1

Participe do MAIOR evento educacional da América Latina

Educar / Educador

Em 2011, sua última edição, o evento contou com a presença de mais de 12.000 visitantes durante os 4 dias de congresso.

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Aspirina modificada pode ser a nova arma contra o câncer

A aspirina, quem diria, que já ficou famosa por ajudar a prevenir problemas cardiovasculares, está prestes a ganhar um papel importante também na luta contra o câncer. Cientistas da The City College, uma universidade de Nova York, desenvolveram um novo composto à base da droga que, a médio prazo, pode se tornar uma poderosa arma contra o câncer, e bem mais segura do que os remédios usados atualmente para tratar a doença.

Já havia indícios de que a aspirina poderia ajudar no combate ao câncer; o problema eram os graves efeitos colaterais que sua utilização para este fim poderia causar. As modificações realizadas em sua composição, porém, parecem fazer os efeitos adversos desaparecerem, além de tornarem a droga bem mais potente.

A equipe da Escola Biomédia Sophie Davis, instalada na The City College, relatou que a nova aspirina inibiu o crescimento de 11 diferentes tipos de células cancerígenas em cultura, sem prejudicar as células saudáveis ao seu redor. Entre elas, estavam células causadoras dos cânceres de cólon, pâncreas, pulmão, próstata e mama, além de leucemia.

— Os componentes-chaves deste novo composto são muito, muito potentes, e ainda tem toxicidade mínima para as outras células — disse o professor associado Khosrow Kashfi, principal responsável pela pesquisa.

O composto de aspirina também reduziu tumores de cóloln em 85% em animais, sem efeitos adversos.

— Se o que vimos em animais puder ser transporto para homens, (o composto) poderia ser usado junto com outros remédios antes da quimioterapia ou de uma cirurgia — explicou Kashfi.

Usada principalmente como analgésicos, a aspirina e outras drogas chamadas anti-inflamatórias não esteroidais (Aines), como o ibuprofeno e o naproxeno, são conhecidos por sua capacidade de reduzir inflamações. Nos anos 1980, concluiu-se que uma aspirina por dia é capaz de diminuir os riscos de infarto e derrame. Estudos mais recentes demonstraram sua potencialidade também para inibir o desenvolvimento de câncer.

— Há muitos dados mostrando que, quando tomada regularmente, a aspirina reduz o risco de câncer de cólon em 50% — lembrou o professor Kashfi.

O problema é que o uso prolongado desta droga tem seus próprios riscos: os efeitos colaterais vão de úlceras hemorrágicas a falência dos rins. Para contornar a situação, os pesquisdores criaram um híbrido de duas formulações antigas, que chamaram de Nosh-aspirina. Eles usaram a aspirina como um suporte para duas moléculas que comprovadamente aumentam sua segurança e sua potência.

Uma delas, o óxido nítrico, ajuda a proteger o estômago. A outra é o sulfeto de hidrogênio, que, já se sabia, aumenta a capacidade da aspirina de combater o câncer. Os pesquisadores suspeitam de que o composto híbrido seria mais eficaz do que apenas uma das drogas isoladamente para elevar o potencial da aspirina contra a doença: apenas 24 horas depois de usada contra culturas de células cancerosas, a Nosh-aspirina demonstrou ser cem mil vezes mais potente que a aspirina comum.

— O híbrido é muito mais potente: 72 horas depois, ele já tinha 250 mil vezes mais força que a aspirina comum contra células humanas de câncer de cólon in vitro. Então, você precisa de uma quantidade menor para obter o mesmo resultado — afirmou Kashfi, o que leva a concluir que, usando doses menores, seria possível conseguir o efeito desejado contra o câncer minimizando ou eliminando efeitos colaterais.

O híbrido também mostrou ser 15 mil vezes mais potente do que a já conhecida No-aspirina e o equivalente a 80 vezes mais forte do que o composto que incorpora H{-2}S.

Na segunda parte do trabalho, quando ratos portadores de células humanas causadoras dos tumores de cólon receberam Nosh-aspirina oralmente, o composto destruiu células, inibiu sua proliferação e reduziu significativamente o crescimento do tumor, sem que houvesse qualquer sinal de toxicidade nos animais.

A expectativa é de que se possa criar uma droga baseada na Nosh-aspirina. Kashfi, porém, observa que os próximos passos serão testes de toxicidade e ensaios clínicos, e que a possibilidade de um tratamento deste tipo passar a ser oferecido em hospitais e consultórios ainda pode demorar anos até se tornar realidade.

Os estudos foram financiados pelo Instituto Nacional do Câncer e pela Fundação Nacional de Ciência americanos. A equipe, agora, apresentará suas descobertas no evento anual promovido pela Associação Americana para a Pesquisa do Câncer, a ser realizado no fim do mês, em Chicago.

Fonte: Portal Extra

Explosões de raios gama liberam menos partículas do que se pensava

Detector de neutrinos IceCube (Foto: NSF/ M. McMahon)

Descoberta põe em xeque ‘raios de maior energia no Universo’

  As erupções de raios gama são explosões que acontecem em galáxias distantes e liberam enormes quantidades de energia. Até esta quarta-feira (18), eram vistas como o evento de maior energia em todo o Universo, mas um estudo publicado pela revista científica “Nature” pode mudar esta concepção.

A colaboração científica IceCube descobriu que o fluxo de partículas – neutrinos – associadas ao surgimento das erupções de raios gama é, pelo menos, 3,7 vezes menor do que se previa.

  A descoberta por ter dois significados. Ou estas erupções não são responsáveis pelos raios cósmicos de maior energia no Universo, ou elas produzem muito menos neutrinos do que a teoria previa.

Ilustração de uma erupção de raios gama (Imagem: NASA/D.Berry)

O IceCube, instrumento utilizado na pesquisa, é um “telescópio de neutrinos” localizado na Antártica. Ele possui mais de 5 mil sensores óticos dentro de uma região de um quilômetro cúbico para medir a direção e a energia de partículas chamadas múons, que se colidem com o gelo. A partir destas medições, os cientistas fazem descobertas sobre a física de partículas.

Fonte: G1

Será a cura? Células-tronco caçam e matam vírus da Aids

Um close no temido vírus da Aids (Crédito: Shutterstock)

Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, mostra que células-tronco podem ser geneticamente modificadas e transformadas em “guerreiras” para caçar e matar o vírus do HIV. Os cientistas responsáveis esperam que a descoberta possa ajudar a erradicar completamente a doença do organismo de pacientes infectados.

Para isso, foi identificada e isolada uma substância em leucócitos que os torna capazes de combater infecções. No entanto, como a quantidade de leucócitos que uma pessoa tem no organismo não é suficiente para acabar com o HIV, pesquisadores clonaram essa substância receptora e a colocaram em células-tronco geneticamente alteradas.

Então essas novas células foram implantadas em ratos de laboratório doentes, permitindo que eles estudassem a reação do tratamento em um organismo vivo. Como esperado, as “guerreiras” identificaram e caçaram, especificamente, as células infectadas com HIV. Quando isso aconteceu, os níveis de leucócitos do rato também aumentaram, deixando seu sistema imunológico mais forte e combatendo a doença com mais eficácia.

De acordo com o responsável pela pesquisa, Scott G Kitchen, esse é o primeiro passo em direção a um tratamento mais intenso, que irá fazer com que células tronco e leucócitos sejam capazes de livrar um organismo infectado do HIV.

Fonte: Revista Galileu

Ônibus espacial Discovery vai ser levado ao museu

Nasa prepara Discovery para viagem ao museu Smithsonian

(Foto: Michael R Brown/Reuters)

 

Ônibus espacial Discovery, aposentado em 2011, se preparou para sua última viagem no sábado (14) – agora, de avião. Ele será acoplado na parte superior de um avião para ser levado do Kennedy Space Center, na Flórida, ao museu aeroespacial do Smithsonian, em Chantilly, no estado da Virgínia.

(Foto: Michael R Brown/Reuters)

(Foto: Michael R Brown/Reuters)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ele saiu do hangar onde estava guardado e se locomoveu para uma plataforma que o levantou para ser acoplado em cima de avião.

 

Fonte: G1